Policial de São Paulo com um drone. Equipamento será usado para segurança.

Drones como solução para a segurança de São Paulo e outros destaques

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Mundo + Tech resume cinco notícias que movimentaram o mundo da tecnologia na última semana.



Por Redação em 15/04/2019

Drones como uma das soluções para a segurança em São Paulo
Já trouxemos aqui no Mundo + Tech um resumo de tecnologias que ajudaram na segurança do Carnaval. Em São Paulo, o governo chegou a usar drones para monitorar os desfiles das escolas de samba e dos blocos de rua. Agora, o Estado anunciou um investimento de R$ 6,3 milhões na aquisição de mais 208 novos equipamentos. Eles serão inseridos no Sistema Olho de Águia por meio do programa Dronepol. Os drones deverão ser entregues até outubro deste ano e irão transmitir imagens em tempo real ao Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). Em comunicado à imprensa, João Doria, governador de São Paulo, disse que “o custo operacional para um drone de alta tecnologia é 140 vezes menor do que o custo operacional de um helicóptero Águia da Polícia Militar.”

China pode proibir mineração de criptomoeda
O motivo seria que esta prática desperdiça recursos e/ou polui o meio ambiente, segundo reportagem do Bloomberg. A proposta foi entregue pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC) do país, que considera a mineração de criptomoedas como uma atividade econômica “indesejável”. Isso porque 74% da mineração de criptomoedas global ocorre na China, já que locais como Xinjiang e Mongólia Interior possuem eletricidade barata. Como mostra um relatório da Nature Sustainability, são entre 3 e 15 milhões de toneladas de dióxido de carbono emitidos em todo o mundo por conta da mineração de criptomoedas, uma atividade que exige máquinas mais potentes e baixo custo de energia. E é por isso que as empresas preferem criar bases de mineração na China. Este não é o primeiro esforço do país em diminuir a prática. Em 2017, a China chegou a proibir as ofertas iniciais de moedas (ICOs) e pedir a suspensão do comércio local de moedas virtuais. Já em 2018, o país iniciou uma campanha para desencorajar a mineração criptografada.

Projeto de taxação zero para IoT tem parecer favorável
O deputado federal Eduardo Cury (PSDB-SP) emitiu parecer favorável ao Projeto de Lei 7.656/2017, do deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP), que reduz a zero os tributos em cima de equipamentos de Internet das Coisas (IoT). Para Cury, que também é relator do PL, o objetivo é propor um barateamento dos custos de instalação e operação desses dispositivos. “A massificação de sistemas M2M (machine to machine) acabará por ensejar ampliação da arrecadação de outros tributos, superando-se em muito os valores que hoje deixarão de ser recolhidos”, afirmou no parecer. A votação da matéria está marcada para esta terça (16) na Comissão de Finanças e Tributação (CFT). Caso seja aprovado, o PL seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) em caráter terminativo, ou seja, não será necessária a apreciação do plenário da Casa.

Alexa: o ouvido que tudo ouve
Enquanto as empresas não desenvolvem um assistente de voz sem gênero, elas tentam ofertar a solução na língua nativa do usuário. É o caso da Amazon que liberou ferramentas para desenvolvedores brasileiros criarem aplicações para a Alexa, assistente virtual da gigante da tecnologia. Além do Echo, alto-falante da Amazon, a companhia deve fechar parceria com outras empresas para disponibilizar geladeiras, Smart TVs e outros dispositivos conectados com sua assistente. LG, Philips e Intelbras são alguns dos nomes confirmados. Com o uso crescente de assistentes de voz, o alto-falante da Amazon foi destaque em publicação do site Bloomberg. A matéria afirma que vários colaboradores da empresa ouvem gravações de voz de donos do Echo e detalha todo o processo de aprendizado da assistente de voz. Segundo a empresa norte-americana, é apenas para “melhorar a experiência do usuário.”

Primeira imagem do buraco negro é divulgada mundialmente
A comunidade científica fez história na última semana ao divulgar a primeira imagem de um buraco negro. Ao todo, 207 pesquisadores – entre eles uma brasileira – fizeram parte do projeto, liderado pela Universidade de Harvard. Katie Bouman, engenheira elétrica e cientista da computação, foi responsável por criar o algoritmo que calculou todos os dados extraídos dos registros dos radiotelescópios, posicionados para captar as ondas emitidas pelo buraco negro, e ajudaram a compor a imagem. Essa conquista ressalta também a importância da mulher na ciência e tecnologia. Elas representam apenas 30% do total de pesquisadores em todo o mundo, segundo pesquisa da Unesco. Na terça-feira (16), o Mundo + Tech vai contar mais sobre essa história.



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