Imagem conceito para ilustrar a conexão existente em uma grande cidade

Mundo caminha para ser um grande smart space

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Espaços inteligentes estarão em fábricas, lojas, hospitais e até nos parques de diversão.



Por Redação em 07/12/2018

Falta pouco para que os espaços inteligentes ganhem escala e impactem nossas vidas definitivamente. Com a convergência das novas tecnologias e a consolidação da Internet das Coisas, a última barreira que divide os mundos real e virtual cairá. Para a Gartner, o ponto de inflexão virá já no próximo ano. O Smart Space, garante a consultoria, é considerado uma das dez intervenções disruptivas mais promissoras de 2019. Os lares, as empresas e as cidades passarão por uma grande transformação, conforme observa David Cearley, vice-presidente da Gartner. “Acreditamos que o mercado está entrando em um período de entrega acelerada de espaços inteligentes robustos”, apontou o executivo durante um congresso realizado em outubro, nos EUA. Somente as cidades inteligentes movimentarão US$ 81 bilhões em investimentos neste ano, saltando para U$ 158 bilhões em 2022, de acordo com o IDC (International Data Corporation). Referência em tecnologia aplicada à qualidade de vida e à preservação do meio ambiente, Singapura se destaca entre os top mercados globais, ao lado de Tóquio e Nova York. A cidade-estado asiática faturou recentemente o título de Cidade Inteligente de 2018, durante o Smart City Expo World Congress, realizado na Espanha.

Em 2019, a edição brasileira do evento acontecerá em Curitiba. “Pela sua própria complexidade, as cidades pedem soluções urgentes que gerem mais eficiência e sustentabilidade. Porém outros ambientes, como as fábricas, as lavouras e os hospitais também estão se tornando smart”, analisa Eduardo Polidoro, diretor executivo de IoT da Embratel. Trabalhando inovação em diferentes segmentos, a empresa fornece tecnologia para aplicações como carros conectados e medidores inteligentes de consumo energético. “Estamos prontos para apoiar a transformação digital de nossos parceiros”, conclui.

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Publicado em: Valor Econômico - 30/11/2018


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