Imagem de um home em traje corporativo fazendo usando a câmera frontal de seu celular

O futuro é vídeo

2 minutos de leitura

Consumo crescente de streaming deve alavancar mercado de redes de distribuição de conteúdo No mundo todo, até 2021, o tráfego de vídeo IP deve ser responsável por 82% de todo o tráfego da internet. As produções ...



Por Redação em 02/05/2018
Consumo crescente de streaming deve alavancar mercado de redes de  distribuição de conteúdo

No mundo todo, até 2021, o tráfego de vídeo IP deve ser responsável por 82% de todo o tráfego da internet. As produções ao vivo responderão por 13% de toda circulação de vídeo e o consumo sob demanda, ou video on demand (VoD), deve praticamente dobrar, segundo pesquisa da Cisco. No Brasil, os dados também impressionam.

Levantamento da Provokers em parceria com o Google Brasil e o YouTube apontou que 56% das pessoas com acesso à internet e TV preferem os vídeos online. Além disso, a média de horas que o brasileiro gasta com streaming semanalmente cresceu 90,1% em três anos. A média, que hoje é de 15,4 horas por semana, era de apenas 8,1 horas em 2014.

Mas como suportar esse crescimento para que os consumidores tenham acesso a vídeos de qualidade?

As redes de distribuição de conteúdo – Content Delivery Network (CDN) – são uma solução e, por isso, devem crescer nos próximos anos. Até 2021, elas serão responsáveis por 71% de todo o tráfego global de conteúdo da internet. Essa rede funciona como uma espécie de “teia” que armazena dados de forma regional para garantir agilidade na entrega do conteúdo a dispositivos de diferentes partes do planeta.

Esse novo mercado deve aumentar de 6 bilhões de dólares, em 2016, para 23,22 bilhões de dólares, em 2021, com uma taxa de crescimento anual de 30,9%, segundo dados da Research and Markets.

Transmissão de qualidade

Atenta à alta demanda, a Embratel lançou a Cloud Video Delivery (CVD), solução para entrega de vídeos pela internet. A CVD mantém réplicas em 19 pontos de distribuição com capacidade superior a 800 Gbps para suportar grandes volumes de acessos simultâneos. Com isso, o conteúdo é transmitido rapidamente ao usuário por percorrer um menor caminho dentro da rede. Por um portal, a empresa acompanha dados estratégicos, como os vídeos mais acessados e as localidades.

A CVD é ideal para companhias de comunicação, educação ou serviços de streaming, que precisam de uma solução escalável. O NOW, serviço de vídeo sob demanda da NET e Claro HDTV, já usa a tecnologia. “A solução garante uma experiência melhor ao usuário final, que não está mais disposto a ver vídeos com baixa qualidade”, diz Mário Rachid, diretor executivo de soluções digitais da Embratel. Além de otimizar o consumo de servidores, a solução reduz gastos em infraestrutura de TI.

Publicado em: Exame - 06/12/2017


Matérias relacionadas

cidades mais inteligentes do Brasil Conectividade

Quais são as cidades mais inteligentes no Brasil

Entenda como o Ranking Connected Smart Cities avalia quais são as cidades mais inteligentes do Brasil e como elas estão evoluindo

5g em sp Conectividade

Regulação do 5G em SP avança para 242 cidades

Estado de São Paulo fecha 2023 com mais cidades legalizando a quinta geração de telefonia móvel

conectividade e inclusão digital Conectividade

Conectividade e inclusão digital estão no caminho das cidades inteligentes

Em 2023, 84% dos brasileiros tiveram acesso à internet, mas 29 milhões de pessoas ainda não têm conectividade

brasil satelites Conectividade

Brasil tem potencial para ser líder em satélite na América Latina

Mercado brasileiro pode ocupar um pedaço da indústria espacial global, que deve chegar a US$ 1 trilhão em 2030